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 Opener: Zé Oto vs. Felipe

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.Aimar

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MensagemAssunto: Opener: Zé Oto vs. Felipe   Qui Jul 21, 2011 12:22 am

Citação :
Situação:

O combate inaugural do One Night Stand colocará frente a frente o antigo campeão de equipas da PWF, Zé Oto, a Felipe.

Zé Oto foi um lutador que inicialmente causou algum impacto ao fazer equipa com Aimar tendo estes se tornado nos 1ºs campeões de equipas da PWF. Depois disto, com o passar do tempo, foi perdendo o seu espaço no roster e desde então não conquistou mais nada. Entra agora na nova PWF determinado em voltar a ganhar o seu espaço.

Felipe foi sempre um mal amado da PWF. Quando chegou à empresa já esta ia na fase decadente e mesmo assim Felipe nunca conseguiu impressionar, sendo que foi também alvo de chacota por parte dos seus colegas. Tem na nova PWF uma oportunidade de limpar a imagem mostrada.

Boa sorte a ambos, as promos fecham na próxima Quarta-Feira, pelas 12 horas aproximadamente.


Leiam igualmente as notas deixadas no card:
Spoiler:
 

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Desire? Obsession? No... RIGHT!
Christian, NEW! World Heavyweight Champion
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Scott Ramon

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MensagemAssunto: Re: Opener: Zé Oto vs. Felipe   Sex Jul 22, 2011 2:38 pm



I'm Hungry...

Era um local sem qualquer tipo de iluminação, o ar era gélido, quem estava dentro deste lugar não sabia se era dia ou noite, o cheiro que dominava o ambiente era o de sangue, odor de carne podre, não havia nenhum sinal de seres vivos naquela localização sombria, neste mesmo lugar havia o som de pingos caindo em algo que pelo ruído parecia-se com uma poça, seria uma infiltração?

Ao sairmos de dentro podemos notar que é uma prisão de segurança máxima, tínhamos a visão interna da solitária, era de manhã e o sol das 10 iluminava fortemente o pavilhão central do edifício, o presídio era completamente barulho e cruel com seus detentos, pessoas matavam umas as outras, haviam gangues, segregações, rebeliões, o que foi feito para recuperar cidadãos apenas os tornou em animais, mas é isso que todos nós somos, não passamos de animais que são denominados de forma incorrecta, afinal o homem que se denomina racional, faz mais atrocidades do que qualquer animal julgado como irracional.

Mas este é o erro do homem, achar que tem a capacidade de julgar as criaturas, inclusive seus semelhantes, o que é certo e o que é errado? Matar alguém é realmente desnecessário? Matar é incorrecto? Somos realmente a espécie dominante do planeta? Enquanto essas questões ficam no ar, vamos dando uma vista geral em todo o complexo presidiário, é neste momento que chegamos a recepção, podemos observar um rapaz alto e bem estruturado fisicamente, vestia um terno e uma calça social, sapatos pretos, a figura assemelhava-se muito à um homem de negócios, com seus cabelos molhados e bem penteados, ele ia-se com um pequeno sorriso confiante estampado em sua face, uma de suas mãos carregava uma maleta de couro na cor preta, o que desejava ali?

O rapaz elegante desconhecido rumava em direção ao setor mais afastado da prisão, aquele era o mais vigiado também, na porta haviam cinco policiais que faziam a vigilância daquela área, o estranho apenas lhes mostra um crachá com identificação de visitante, rapidamente sua entrada é autorizada, ainda havia mais uma porta, esta com detector de metais e vigiada por mais cinco policiais, estes novamente deixam o sujeito passar, agora o empresário encontrava-se em uma sala, nesta havia uma janela de vidro bem reforçada e uma pequena porta, porém muito reforçada para que não haja fugas.

O homem desconhecido ficava em pé com o olhar fixo para a janela escura por conta da falta de iluminação, apenas fica observando, passados alguns poucos instantes a luz de dentro da câmara se acende, agora a câmara da solitária estava totalmente iluminada e a visão não era das mais agradáveis, não havia janelas, o empresário fica surpreso com que estava vendo e perguntava à si mesmo se era aquele sujeito que procurava.

Uma visão horrível faz com que uma pontinha de medo tomasse a espinha vertebral do rapaz, este ficava perturbado pelas visões e começava a transpirar enquanto seu coração começava a bater mais rápido, eis que ele assusta-se quando um policial aparece do nada e com uma voz sarcástica diz:

-Prisioneiro número 89761, sua ficha inclui cinco assassinatos, sete estupros, dez assaltos e mais sete parceiros de cela mortos.

O homem fica surpreso com tudo aquilo que ouvia, ficava olhando de maneira perdida para o oficial, aquele não podia ser o rapaz que tinha ido procurar, ele era um psicopata, não faria sentido colocá-lo de volta as ruas, será que estavam todos seguros? Finalmente, ele é interrompido por uma gargalhada do policial, então o empresário olha sem nada entender.

-É inofensivo, acalma-se. Dizia o policial sem conter os risos.

Aquela visão deixava o presídio ainda mais assustador, dentro da solitária haviam esqueletos de animais presos nas paredes, membros de animais espalhados pelo chão daquela cela, o sangue pingava do teto em direção à uma poça imensa de puro sangue, não havia um canto se quer onde não havia sangue, no fundo preso havia um rapaz, era ele o procurado pelo empresário, seus braços eram extremamente fortes, suas pernas ágeis e fortes, estava com uma espécie de focinheira, seus membros estavam presos com correntes imensas, naquele estado assemelhava-se muito a um animal encarcerado, seus longos cabelos rastafári cobriam o resto de sua face.

-Posso entrar?

Era isso que questionava o empresário, era possível ouvir a hesitação em sua voz, seu corpo tremia por completo, o policial apenas sorri e abre a porta deixando-o adentrar no local, com passos curtos, lentos e hesitantes, o rapaz adentrava no local, desviava dos membros espalhados por toda a cela, seus pensamentos resumiam-se a apenas resolver logo seus assuntos e sair o mais rápido possível, a esta hora o presidiário já havia notado a presença estranha e olhava com seu olhar sanguinário por entre alguns de seus cabelos rasta, a figura tinha um corpo semelhante ao de um animal, com músculos bem trabalhados, sua aura era completamente negra, de causar arrepio à qualquer pessoa.

-F-Felipe...? Dizia o empresário de maneira hesitante.

O rapaz encarcerado apenas olhava e sorria de maneira sádica, os olhares se cruzam de modo que as pernas do empresário começam a tremer, o medo tomava conta do corpo e da alma daquele sujeito desconhecido, Felipe, como era conhecido, apenas olhava-o fixamente com a cabeça um pouco abaixada de modo que seu cabelo escondesse sua face.

O prisioneiro tinha apenas um único sentimento, algo tão poderoso que fez com que sua vida mudasse por completo, ele era conhecido por ser boa gente, esforçado, mas ninguém sabia de certo quem era na verdade, mas o empresário sabia quem era aquele sujeito e de fato já não era o mesmo de antes, se antes era motivo de chacota, hoje seria motivo para temer, o visitante tinha uma proposta para este homem, algo que poderia terminar em coisas ruins.

-Temos uma proposta para si...

É neste momento que Felipe avança como um animal para cima do empresário, chegando à poucos centímetros de distância do mesmo, as correntes o seguram fazendo com que caísse no solo, o medo possuía cada vez mais o visitante, este desejava nunca ter estado ali, o prisioneiro fica olhando o negociador afastando-se para obter distância para capturá-lo fazia força contra suas correntes para quebrá-las e ser livre.

-F-Fa-Fa-Falo em nome da PWF e temos uma proposta interessante para vossa pessoa.

Neste instante Felipe para qualquer tentativa e fica a observá-lo, aquela sigla, ele já havia escutado antes, esforçava-se para lembrar, quando finalmente lembra-se, recorda de tudo que havia passado naquela corporação, muitos fãs fazendo piadas, derrotas, aquele ser que já era desequilibrado na época ficou ainda mais atormentado com tanta chacota, após o fechamento da empresa, este havia adquirido muito ódio e agravou seu estado de desequilíbrio mental.

Aos poucos foi tornando-se um psicopata, em sua residência havia começado a empalar ratos, pássaros, gostava de observar suas vítimas morrer lentamente, o sofrimento alheio seria seu modo de obter vingança, pensava que todos tinham que pagar por aquilo que lhe fizeram, passaram-se alguns segundos até que o empresário sentiu-se confortável para continuar com a proposta, enquanto o analisava, Felipe esboçava um sorriso sádico, pensamentos sanguinários invadiam sua mente vazia.

-A federação irá fazer um regresso por uma noite e estamos à reunir a malta, o que achas de regressar por uma noite e sair da prisão pelo resto de sua vida?

Uma gargalhada macabra toma conta do ambiente, aquilo era tudo que Felipe desejava e necessitava, apenas mais uma noite para finalmente silenciar a todos que gozaram de si, seu corpo estava mudado, mais forte, havia aprendido outras técnicas de luta, em sua residência havia fotos de todos os membros da PWF, sejam eles staff ou lutadores, todos com um alvo ao redor de suas cabeças.

Felipe já planeava aceitar a proposta, mas uma voz gutural ecoava em sua mente, parecia alguém falando-lhe ao ouvido, novamente um sorriso volta a tomar conta de sua face, este apenas balançava a cabeça positivamente, como se estivesse entendido alguma ordem, ele percebia o cenário modificando-se, já não via mais sua cela e nem mesmo o enviado da PWF.

Em questão de instantes surge o novo local, algo quente, a temperatura era insuportável, haviam gritos de terror, um local que parecia um abismo iluminado por uma luz vermelha, era a iluminação das chamas, mulheres sedutoras dançavam nuas por todo o canto, haviam mulheres beijando mulheres, tinham várias orgias, homens com várias mulheres, mulheres com vários homens, aquilo realmente era a perdição, era possível escutar rugidos de bestas, que ecoavam das profundezas até o local, tudo aquilo seria assustador para um ser comum, se bem que é impossível alguém ser comum num lugar daqueles, certamente aquilo era o chamado "Inferno", um homem de boa aparência, bem vestido, totalmente de negro, olhos na cor vermelho escarlate, um chapéu negro, esse homem com um grande sorriso no rosto recepciona o maníaco, o visitante não se intimida, aquilo era onde ele desejava estar, obviamente será o lugar que descansará após a morte, uma voz gutural faz-se ouvir, ela veio direto da boca do "recepcionista".

"Bem Vindo ao Inferno, eu sou Satanás, o que deseja? ", o homem era o imperador de tudo aquilo, ele era um demônio, era assim que o maníaco se sentia, uma grande gargalhada se faz ouvir, seu dono era o psicopata, que rapidamente se recupera e diz com um tom de voz perturbado " Preciso de ideias", então a resposta sai rapidamente, parece quase automática, " Aceite a proposta, vamos acabar com eles", depois disso tudo começa a girar no pensamento do homem que foi ao inferno, novamente ele volta a sua cela, havia sido uma doce viagem, algo agradável e logo estaria livre novamente para espalhar o caos.

O policial dá uma boa olhada em seu relógio e percebe que passaram-se poucos minutos, o suficiente para dar a hora do almoço do prisioneiro, rapidamente aperta um botão e um grande pedaço de pernil é solto, a carne estava crua, assim como Felipe gostava, com um ágil movimento das mãos pega o pedaço generoso de carne e dá uma boa mordida fazendo com que o sangue pingasse no solo e sujasse sua boca.

O empresário que a tudo assistia fica perturbado com a cena que via, os dentes do rapaz estavam sujos de sangue, o agente da PWF não tinha bons pressentimentos sobre o possível regresso da criatura, talvez fosse melhor para todos se ele não voltasse, mas apenas cumpria ordens e estava executando seu serviço.

A carne estava fresca e muito saborosa, pelo menos era isso que julgava o rapaz, que tentava deixar tudo mais perturbador, mastigava de boca aberta para que o agente observasse a carne sendo triturada por seus afiadíssimos dentes, mas logo em um intervalo na refeição, Felipe diz com a boca cheia e deixando pingar um pouco de sangue no solo:

-Eu aceito.

Sua voz trazia a perturbação de sua alma, ela tinha um timbre forte e intimidador, rapidamente ele termina de comer o enorme pedaço de carne e dizia:

-Vamos...Estou com fome...

O agente é pego de surpresa e logo responde:

-Prepare-se, vou tirar-te daqui.

O empresário retira-se da cela e ao sair suspira profundamente, quase dando graças à Deus por ter saído vivo, com rápidos passos em direção à diretoria da prisão, tudo para agilizar o procedimento e livrar-se de seu dever o mais rápido possível, após uma boa conversa com a diretora geral, ela o libera, enquanto isso Felipe socava a parede intensamente para conter sua vontade incontrolável de sangue, ao golpear a parede imaginava todo o roster da PWF, causando rachaduras imensas na mesma, de forma que pensava estar causando grandes ferimentos aos seus desafetos.

Logo os policiais adentram no recinto, rapidamente cercando-o, o agente da PWF assistia a tudo, Felipe deixava-se levar em direção ao carro da polícia, em breve estaria em casa, o rapaz saía de sua cela com um largo sorriso sádico e um olhar sanguinário em direcção ao empresário que conseguiu sua liberdade, agora enquanto lutasse pela empresa não seria preso, graças à um acordo entre as duas entidades.

Felipe sentava-se em um dos bancos da parte traseira do veículo policial, fechava os olhos e buscava apenas lembrar-se de seus momentos dentro do ring, as lutas das quais participou e do público fazendo chacotas, uma corrente imensa de ódio surge dentro de si e é ilustrada por um brilho em seu olhar.

Passados alguns instantes os policiais deixam Felipe em sua antiga residência, eles iriam montar uma base no quintal da casa do mesmo, apenas para impedi-lo de agir, haviam 7 guardas em cada lado da casa, todos com rádios conectados para a comunicação, o rapaz ao abrir a porta apenas sorri e adentra em sua residência, rumando directamente à academia, onde havia inclusive um ring para treinos, mas este havia ido para os equipamentos de levantamento de peso.

O supino estava com uma carga de 120kg, Felipe rapidamente aumenta a carga para 250kg para mostrar a todos de que estava mais forte do que nunca, levantava o equipamento como se fosse uma pena e ali ficou o resto do dia treinando e fortalecendo-se, suas técnicas de combate, treinava com um saco de areia, praticava sua capoeira e pretendia usá-la em combate como uma arma surpresa, enquanto isso o empresário retornava até seu patrão para informa-lo do sucesso, mais um wrestler contactado com sucesso.
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JoséSantos

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MensagemAssunto: Re: Opener: Zé Oto vs. Felipe   Sab Jul 23, 2011 9:07 pm

Citação :
Situação:

O combate inaugural do One Night Stand colocará frente a frente o antigo campeão de equipas da PWF, Zé Oto, a Felipe.

Zé Oto foi um lutador que inicialmente causou algum impacto ao fazer equipa com Aimar tendo estes se tornado nos 1ºs campeões de equipas da PWF. Depois disto, com o passar do tempo, foi perdendo o seu espaço no roster e desde então não conquistou mais nada. Entra agora na nova PWF determinado em voltar a ganhar o seu espaço.


Tudo começou a uns anos atrás quando este era um guerreiro , em que todos olhavam de cima abaixo com medo de algo .
Agora começou uma nova etapa , tempo de mudar e de mudança extrema , regressou e desta para ficar
contra tudo e contra todos .
Tera chegado uma nova era em que ele comanda ?
Será que ele o que foi a tempos atrás ?!
PWF diz-lhe muito , sagrou-se um dos primeiros campeão pela federação , momento histórico , coisa
que ninguem fez em pouco tempo mas ele consegui por ter garra .

Numa sala escura em que Zé Oto permanecia ouve-se o telemovel em anónimo

Quem sera que me vem chatear a esta hora

?-Estou zé ..

Sim , mas quem fala

?-Temos informaçoes suas , tudo vai depender de si.

E se nao depender de mim , se nao quiser
fazer o que voçes me mandam ? Afinal quem sao voçes
que querem cobardes ?

De seguida vem alguem por tras e dá-lhe uma pacanca
forte na cabeça e levam-lhe para uma sala escura .

3 HORAS DEPOIS

Hmmm , aonde estou eu!!

-(Risos) Eu avisei

Mas tu avisas-te o que afinal ?

O jogo vai começar , o que me fizes-te no passado vai se concretizar
no presente e no teu futuro seu zé ninguem , PWF faz-te lembrar alguma coisa ?

Muita coisa mesmo , criei impacto coisa que ninguem jamais fez , foi um
os melhores se nao o melhor que podia haver .
Um campeão honesto , mas tudo vai mudar cobarde porque eu sou forte , so sei
olhar para mim , os outros nao importam porque tenho o ego lá em cima sabes ?
Porque eu voultei para ficar e para fazer frente e derrotar todos e
vou fazer a diferença .

-Eu nao ia ter tanta certeza disso Zé Ninguem , és egoista , só pensas em ti ,
nunca ninguem irá dar por ti e sabes porque ?
Porque tu és do tipo de pessoa que foge aos desafios , que arreda sempre o pé
e muito matrialista , isso é mau , tu nao prestas .


Sou como sou , tive o meu passado e ninguem te direito em saber (risos)
Pois sou eu sei o que passei para chegar aonde cheguei .
As pessoas no passado viram-me as costas , começei a perder os combates todos devido a insegurança
que havia dentro do balneario , mas isso nao te diz respeito e diz-me o que queres ?
De mim ou o que quer que seja .

-Ouve uma altura em que nos cruzamos , em que precisei de ajuda e tu deixas-te me lá o chao
e olhas-te para mim e mandas-te um sorriso sádico nos meus olhos e fechas-te me a porta .
Foste um cobarde.


Eu nao tenho que ajudar ninguem , amo este meu ser .
Ao dizer isto Zé levanta-se aproxima-se da pessoa aperta-lhe o pescoço e diz .

Sempre vais dizer quem és ou eu vou ter de ver com as minhas próprias e sujas maõs ?

-Ve com os teus próprios olhos !

Zé começa a encapuçar essa pessoa e começa a esfixia-la e de repente começa-lhe
a dar grandes dores e fortes na cabeça e entao Zé lembra-se do passado , lembra-se
da pessoa que esta a frente dos seus olhos .
Zé lembra-se da sua infançia passada em sofrimento , da sua má e rude forma de crescer
da sua má pessoa .
Em mau estado Zé larga a pessoa e retira-se para o meio da ESCURIDÂO
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